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Abr 09

Tendo em conta a data histórica que se aproxima, o professor propôs, para esta aula, que redigíssemos um texto sobre a revolução do dia 25 de Abril de 1974.

            Apesar de vários problemas informáticos, principalmente no que diz respeito à internet, toda a turma mostrou algum interesse na realização deste trabalho, tendo em conta que estávamos também a tratar um tema que diz respeito a todos os elementos da nossa nação. Assim, enquanto uns utilizavam a sua cultura para a realização desta actividade, outros utilizavam as várias exposições da escola para os auxiliarem neste trabalho. E foi assim que, de uma forma ou de outra, grande parte da turma conseguiu concluir o seu trabalho dentro do prazo estipulado.

            Apesar da importância deste tema, penso que esta actividade foi bastante positiva para a turma, na medida em que os alunos foram obrigados a libertarem-se um pouco da informação obtida na internet, que actualmente se caracteriza como a mais fácil levando as pessoas a distanciarem-se de outros métodos, por vezes até mais interessantes. Assim, estes problemas informáticos levaram a que nos tornássemos um pouco independentes deste meio.    

No que diz respeito ao meu trabalho, ao lê-lo novamente em casa, compreendi que realmente ficou muito aquém das minhas expectativas, e que poderia ter redigido um texto bem melhor que aquele que entreguei. No entanto, como já referi à conversa com o professor, este problema é fruto da minha falta de concentração quando me encontro num meio com muita gente. Contudo entendo perfeitamente que este argumento não pode ser aceite como justificação, porém é a realidade e, penso que isto se pode verificar pelo contraste dos trabalhos realizados nas aulas com os realizados em casa.

Na segunda parte da aula o professor relembrou que era necessário realizar os desafios já disponíveis no projecto N escolas, onde reconheço que o meu desempenho tem sido negativo, pois, honestamente, já nem me recordava desta actividade. Assim, depois de relembrada, pretendo voltar ao site e resolver todos os desafios propostos.

 

publicado por Rita Silva às 01:29

               No seguimento do golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi implementado um regime ditatorial e de inspiração fascista. Denominado por Estado Novo, este era dirigido por António de Oliveira Salazar que manteve o seu poder até 1968, quando o foi retirado por incapacidade após uma queda que lhe provocou lesões cerebrais. Sendo substituído por Marcelo Caetano, o seu regime continuou com o mesmo rigor que oprimiria o país até ao dia 25 de Abril de 1974.

Na sucessão da revolta militar, foi planeado um movimento que poria fim a estas cinco décadas de opressão, que foi dirigido pelos oficiais intermédios da hierarquia militar, colocando fim, num só dia ao regime militar que vigorava o país.

Durante este movimento, um soldado que avista uma florista que transportava cravos pega num deles e coloca na sua espingarda, sendo rapidamente imitado por todos os soldados. Assim, este movimento ficou desde logo conhecido pela “Revolução dos Cravos” e marcado pela canção “Grândola Vila Morena”

Este golpe militar histórico é recordado por todos os portugueses, como um grande acontecimento que trouxe finalmente, a liberdade tão ansiada ao povo português. Deste modo é assinalado todos os anos com um feriado nacional, acompanhado de várias sessões televisivas, entre outras exposições que relatam e recordam este acontecimento.  

 

 

publicado por Rita Silva às 01:00

          Contrariamente ao que esperava, não consegui estar presente na primeira aula do último período. No entanto desde logo me tentei informar sobre o trabalho e as actividades que foram desenvolvidas ao longo desta aula. Segundo as minhas “fontes”, esta aula serviu para que o professor questiona-se os alunos sobre os trabalhos que pretendem desenvolver ao longo deste período, e o que ambicionam para este.

            Mais uma vez, como em ambos os períodos anteriores, eu ainda não tenho em mente o trabalho que irei realizar no âmbito desta disciplina. Contudo, pretendo algo capaz de superar os trabalhos desenvolvidos anteriormente de modo a superar também as classificações obtidas. Deste modo, tenho perfeita consciência de que este período irá exigir muito empenho da minha parte.

            Porém, as informações que chegaram até mim não se ficaram por aqui. Sei também que durante esta aula foi abordado o famoso tema das avaliações, sendo o meu nome referido por parte de alguns alunos. Embora eu considere que este tipo de pessoas e de situações devem ser claramente ignoradas, pois no ponto de vista não são sequer dignas de obter atenção por parte de alguém, não poderia evitar fazer referencia a este assunto nesta reflexão, tendo em conta o número de vezes que estas atitudes se têm repetido.

Deste modo, resta-me deixar a minha opinião sobre estas atitudes lamentáveis. Aceito que numa primeira perspectiva a minha classificação possa ser um pouco questionada, tendo em conta a minha reconhecida ausência em algumas aulas. No entanto se esses alunos tivessem a possibilidade de observar o trabalho que tenho realizado, da mesma forma que o professor a tem, penso que não a questionariam da mesma forma. Pois se é verdade que não sou muito assídua, também é verdade que por isso já fui punida no “ser”. Assim considero a minha classificação claramente justa, e adequada a todos os resultados que tenho apresentado. Como já referi, estas situações apenas são de lamentar, pois se os alunos acham que não obteram a classificação que realmente mereciam, estes apenas devem apresentar argumentos do próprio trabalho desenvolvido, e não apontar os pontos fracos dos colegas, pois quando o contrario acontece é porque essas pessoas não são realmente capazes de argumentar a sua opinião, demonstrando assim uma enorme falta de razão nas suas afirmações. Penso que esta é uma questão de honestidade, onde a falta dela apenas demonstra a falta de maturidade que as pessoas possuem, mostrando que merecem mais simplesmente porque querem mais e não porque realmente trabalharam para tal.

Pelas razões aqui referidas, lamento que estas pessoas não ocupem o seu tempo trabalhando e fazendo algo de útil em vez de o desperdiçarem com estas atitudes deploráveis, lamentando também que estes acontecimentos sejam um hábito nesta turma, pois realmente não estou habituada a turmas com atitudes deste género, pelo contrário. Admiro bastante turmas com capacidade de entreajuda, como a minha e outras como o 12.ºD que, entre muitos defeitos tem esta excelente qualidade, da qual me orgulho.

Após referir a minha opinião, que penso que possuiu algum grau de importância perante estas situações, apenas me resta continuar a ignorar este tipo de atitudes.

 

publicado por Rita Silva às 00:39

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